quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Histórias na ponta dos dedos

Há dias em que tenho muitas saudades da minha nuvem, está aqui tão perto. Tenho saudades do formigueiro na ponta dos dedos quando não conseguimos conter as palavras, em que precisamos escrever, escrever, escrever ... contar as histórias de outros que recriamos e vivemos cada vez que transformamos em letras, com um pouco de nós. Já lá vai muito tempo...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Também eu tinha um Chico com olhos cor de mar, mas que nunca me fez sofrer. Bem pelo contrário.

terça-feira, 8 de junho de 2010

O meu já está a ganhar ferrugem e ainda falta tanto tempo...

«Afinal no coração de mãe não é só um músculo que bate sem parar. É um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas...». Um livro lindo.
Texto: Isabel Minhós Martins
Ilustrações: Bernardo Carvalho
Planeta Tangerina

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Ontem foi dia de festa...

...ou melhor, todo o fim de semana foi de festa.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Estou muito feliz mas...

Estes últimos dias têm sido uma montanha russa de emoções. O trabalho que tenho desenvolvido nos últimos anos foi ontem premiado e eu, individualmente, também fui reconhecida, o que me traz uma grande alegria mas também algum embaraço perante quem acho merecer tanto como eu, e perante outros que estão sempre lá a segurar as pontas e ninguém conhece.
Mas, cada vez que este trabalho é reconhecido é sempre com tristeza. Há um ano não caí de um palco porque queria fugir dali. Caí porque, na hora de agradecer, me deu uma imensa vontade de chorar e estava prestes a desfazer- me em lágrimas à frente a toda a gente (pelo menos a queda deu para aliviar). Lembrei-me de alguém que era o outro pilar deste percurso e que não estava ali para ser reconhecida, que deixou de estar aqui para sempre mas continuo a ouvir a sua voz doce, mas firme nas convicções. Não sabia que as vozes ficavam assim gravadas na nossa memória, mas ficam...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Faz (quase) um ano que me mandei de um palco em voo...

...mas foi um dia fantástico. Apesar das dezenas de pessoas que assistiram à conferência possivelmente não se lembrarem de uma palavra do que eu disse, mas recordarem certamente aquela louca que no fim da apresentação se espalhou ao comprido, arrastando o portátil e quase esmagando o ecrã que estava à frente.
Apesar deste pequeno contratempo, foi um dia em que conheci pessoas únicas, em que senti que não decepcionei quem acreditou em mim (principalmente quem me pôs o degrau para que a assistência conseguisse ver a dona da voz atrás do portátil, degrau que eu esqueci à saída...tal era a pressa).

Penso ter dignificado também o trabalho de quem na(s) noite(s) anterior(es) não foi à cama, para que tudo corresse bem e, com umas olheiras até aos joelhos, ia dizendo que sim sempre que eu me metia por áreas mais técnicas.

O dia acabou no Tivoli ao som dos O'QueStrada, com o nosso convidado catalão a conhecer ao vivo e a cores as personagens mais típicas de Almada Velha. Memorável.

Aqui fica.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Prova de resistência

Mas porque é que na minha vida tem que acontecer tudo no mesmo dia. Isto é alguma prova de resistência ao stress para algum estudo científico ou quê?